Monte Castiço é um exclusivo empreendimento na deslumbrante Costa Alentejana, em Santiago do Cacém, Portugal. Integrando perfeitamente a arquitetura moderna com a serenidade da natureza, o projeto destaca-se pela harmonia entre o ambiente construído e a paisagem envolvente. Composto por 11 vilas turísticas e um edifício de serviços, Monte Castiço oferece o equilíbrio ideal entre conforto, privacidade e elegância. As moradias variam entre tipologias T4 e T5, com áreas interiores privativas de 200 m² a 250 m². Cada unidade dispõe de uma piscina privada, amplos terraços e estacionamentos exclusivos para até três veículos. Os interiores são marcados por materiais nobres, como madeira natural e pedra, combinados com acabamentos modernos em tons neutros, enquanto os exteriores refletem a tradição alentejana com telhados de barro. A localização estratégica de Monte Castiço é um dos seus principais atrativos. Apenas a 1h10 de Lisboa e a poucos minutos de praias paradisíacas, como a Aberta Nova e a Lagoa de Santo André, o empreendimento oferece fácil acesso a supermercados, vilas charmosas como Melides e Santiago do Cacém, e centros urbanos como Sines e Comporta. Com um design sustentável, que prioriza o uso de vegetação nativa e a integração ao meio ambiente, e uma gama de serviços exclusivos para os moradores, incluindo manutenção de jardins e piscinas, Monte Castiço é uma excelente oportunidade de investimento, combinando alto padrão de qualidade com potencial de rendimento. Esta moradia T4, com 203 m2 de área bruta privativa, é composta por um hall de entrada (5 m2), uma sala de estar e jantar (50 m2), cozinha com copa (15 m2), uma casa de banho social (2 m2), um hall dos quartos (10 m2) e quatro suítes (27, 21, 20 e 20 m2). No exterior, encontramos o terraço (132 m2) com piscina (24m2) e três lugares de estacionamento. Santiago do Cacém, uma cidade tipicamente alentejana, é dominada pelo Castelo, com casas caiadas de branco e uma zona histórica de grande beleza arquitetónica. Tem as ruínas romanas de Miróbriga, que merecem uma visita. Dotada de uma localização geográfica estratégica, as populações humanas procuraram, desde épocas remotas, esta região para se estabelecer. As escavações efetuadas no Castelo Velho, onde se situam as ruínas romanas de Miróbriga, demonstram que a região foi habitada desde a Pré-história. Originariamente povoado pré-celta, aglomerado urbano celta, foi romanizado até ao período pós-imperial, mais concretamente desde o séc. I a.C. até ao séc. V d.C. Apesar de durante a época céltica já existirem relações com outros povos peninsulares, concretamente a sul, foi com os Romanos que o quotidiano do povoado foi revitalizado, tornando-se inclusive a principal cidade romana da costa ocidental a sul do Tejo. Salatia Imperatoria ou Mirobriga Celtici (os estudiosos dividem-se na designação) possuía um fórum com o seu templo, imponentes termas ou balneários e (a 1 km de distância) o único hipódromo romano conhecido em Portugal. No séc. XIX, no tempo dos morgadios, Santiago do Cacém era uma pequena corte, onde os senhores da terra praticavam o luxo e a ostentação. As opulentas casas dos condes do Bracial, de La Cerda, de Beja, do capitão-mor, dos condes de Avillez, Fonseca Achaiolli e outras dominavam a vila e outras terras alentejanas. Os seguintes factos traduzem não só a riqueza dos Senhores, como o guindar da vida florescente e pitoresca da primeira metade do século XX aos destaques do país:- Em 1895 chega a Portugal o primeiro automóvel. É propriedade do Conde de Avilez, de Santiago do Cacém; O primeiro Rolls Royce que veio para Portugal, veio também para Santiago do Cacém, propriedade de José Sande Champalimaud; O registo n.º 1 para automóveis, passado pelo Ministério das Obras Públicas em 1904 á para Santiago do Cacém, em nome de Augusto Teixeira de Aragão. Neste período de desenvolvimento económico, a par de técnicas inovadoras de exploração agro-pecuária (cereais, frutas e cortiça, fundamentalmente, e gado cavalar, muar, asinino, bovino, ovino, caprino, suíno), desenvolveu-se também a indústria e o comércio (cortiça, serralharia, moagem, etc.). Após 40 anos de estagnação, o concelho conheceu na década de 70 uma nova fase de expansão urbana, a maior de sempre, mas agora planeada e ordenada. Vista do alto do castelo, do Passeio das Romeirinhas, que circunda a fortaleza, a paisagem que rodeia Santiago é deslumbrante. No interior, a igreja matriz, reconstruída após o terramoto de 1755, integra elementos do templo anterior, gótico, mandado construir pela Ordem de Santiago da Espada.
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