




Apartamento T1 em Alcântara, Lisboa
Lisboa, LisboaApartment T1 em Alcântara com elevador







Apartamento T1 para arrendamento no Alto de Santo Amaro, junto ao jardim, numa localização central e privilegiada. Beneficia da proximidade a comércio tradicional, espaços culturais, zonas verdes e uma ampla rede de transportes públicos, bem como de acessos rápidos à Margem Sul e a Cascais. Este apartamento de 74m2 m2 de área útil, inserido num prédio com elevador, é composto por hall de entrada (8,67 m2), uma sala (21,28 m2) com 3 janelas de peito, 1 suite (15,27m2) com janela de peito, cozinha totalmente equipada com balcão para a sala (5,42m2), um hall com roupeiro (closet) e uma casa de banho (4,90 m2) com poliban. Características: - Imóvel renovado -Janelas de PVC - Orientação solar Poente, sul - Cozinha equipada com forno, placa, frigorífico, exaustor, máquina de lavar louça, máquina de lavar roupa. - Termoacumulador - Vidros duplos - Pavimento em madeira - Pavimento wc e cozinha em mosaico - Elevador - Lugar de estacionamento Licença de utilização nº 176/UT/2008 em 16/07/2008. Debruçada à beira do Tejo, Alcântara é hoje uma freguesia com uma área que se estende por 4,39 km2 e com uma população de 13.911 pessoas. A freguesia foi criada a 8 de Abril de 1770, com o nome de S. Pedro em Alcântara por se transferir para esta zona aquela que era até então a freguesia de S. Pedro em Alfama. Frequentemente associada ao vocábulo árabe 'Alquantãrã', 'a ponte', a toponímia desde logo remete para a existência de uma ponte sobre a ribeira de Alcântara, hoje desaparecida. Local com colinas e vales, Alcântara tinha recursos naturais existentes nas margens da ribeira e terras férteis que permitiam uma agricultura rica e variada, com muitas hortas nos vales aluviais, vinhos e cereais, além de pedreiras de calcário, com fornos de cal. Foram estas condições que fizeram que durante a ocupação muçulmana estes terrenos começassem a ser ocupados ainda que de uma forma dispersa. Foi, contudo, a partir do século XVIII que Alcântara passou a ter uma ocupação urbana, coincidindo com a data de criação da freguesia. Os edifícios fabris de finais do século XIX e que tanto marcaram a vida dos alcantarenses nas primeiras décadas do século XX, foram, entretanto, abandonados. O processo de industrialização vivido por Alcântara na 2ª metade do século XIX, deu lugar, cem anos depois, ao processo inverso e uma profunda transformação social, sendo grande parte deles hoje edifícios de habitação e empresariais.

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