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Vender ou arrendar casa em tempos de COVID-19

Vender ou arrendar casa em tempos de COVID-19

05/05/2020

Vivemos momentos de incerteza, mas é incontestável a extraordinária capacidade do ser humano em adaptar-se. Também no imobiliário estão a surgir novas oportunidades, com o sector a apostar no digital para se afirmar como motor de recuperação da economia.

Vivemos momentos de incerteza, mas é incontestável a extraordinária capacidade do ser humano em adaptar-se. Também no imobiliário estão a surgir novas oportunidades, com o sector a apostar no digital para se afirmar como motor de recuperação da economia.

Vivemos um período excepcional nas nossas vidas. A entrada numa nova década antevia um ano memorável, mas o que ninguém conseguia prever é que iríamos viver tempos de pandemia, receio e isolamento social por causa de um vírus altamente contagioso que nos obrigou a pensar as nossas relações pessoais e profissionais, o modo como interagimos e até como vendemos ou compramos.
O quotidiano passou a estar acrescido de mais responsabilidade e uma nova consciência para evitar contágios e combater a COVID-19. Todos temos de nos adaptar a novas circunstâncias. “O mundo não acabou, apenas está diferente e mais digital. O imobiliário, um dos pilares da nossa economia, poderá também ser um motor de recuperação”, explica o Director Comercial do Idealista, António Marques.
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António Marques, Director Comercial Idealista
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Mudança nas tendências do imobiliário
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Os reflexos da pandemia na área do imobiliário não se fizeram esperar, com o turismo congelado, assiste-se a um aumento da oferta no arrendamento devido à entrada de imóveis que antes estavam apenas destinados ao alojamento local.
As tendências na procura estão a modificar-se, as pesquisas por imóveis para arrendar aumentaram e as pessoas estão a valorizar mais a qualidade dos espaços habitacionais, tanto no interior como exterior. A COVID-19 fez disparar a procura por moradias e apartamentos com mais uma assoalhada, o que é motivado pelas novas circunstâncias do teletrabalho e estudo em casa. “O português continua a querer mudar de casa, no confinamento muitos estão a valorizar mudarem-se para uma casa maior, ter uma varanda, mudar para os subúrbios, para o campo, inclusive alguns voltar aos centros impulsionados e animados pelas possíveis descidas de preços”, acrescenta o responsável pela área comercial do Idealista.
Desafios do sector imobiliário e potenciais oportunidades
Os novos tempos são de incerteza e colocam-nos perante novos cenários que há poucos meses apenas faziam lembrar o argumento de um filme de ficção científica. O sector do imobiliário enfrenta, mais do que nunca, novos desafios. Tal como outros sectores da sociedade necessita de se adaptar à nova realidade, mas não deve deixar escapar as oportunidades. “O comprador internacional está apenas à distância de um clique e Portugal em todos os indicadores é um país no topo das preferências para investir no período pós-COVID. O mercado português sairá reforçado deste grande desafio, os portugueses têm sabido, com enorme responsabilidade e valor, confinar-se às suas casas e manter o distanciamento social, por isso não teremos tanto impacto como outros países”, sublinha o director comercial António Marques. Para este responsável o “V de recuperação no imobiliário será mais rápido” em Portugal, realçando que no Idealista “verificam-se já tendências animadoras” com um aumento de tráfego face a 2019, inclusivamente ao nível de compradores internacionais, que representam cerca de 30% de tráfego internacional, um número que tem margem para crescimento.

Vivemos um período excepcional nas nossas vidas. A entrada numa nova década antevia um ano memorável, mas o que ninguém conseguia prever é que iríamos viver tempos de pandemia, receio e isolamento social por causa de um vírus altamente contagioso que nos obrigou a pensar as nossas relações pessoais e profissionais, o modo como interagimos e até como vendemos ou compramos.
O quotidiano passou a estar acrescido de mais responsabilidade e uma nova consciência para evitar contágios e combater a COVID-19. Todos temos de nos adaptar a novas circunstâncias. “O mundo não acabou, apenas está diferente e mais digital. O imobiliário, um dos pilares da nossa economia, poderá também ser um motor de recuperação”, explica o Director Comercial do Idealista, António Marques.

Mudança nas tendências do imobiliárioMedia player poster frameOs reflexos da pandemia na área do imobiliário não se fizeram esperar, com o turismo congelado, assiste-se a um aumento da oferta no arrendamento devido à entrada de imóveis que antes estavam apenas destinados ao alojamento local.
As tendências na procura estão a modificar-se, as pesquisas por imóveis para arrendar aumentaram e as pessoas estão a valorizar mais a qualidade dos espaços habitacionais, tanto no interior como exterior. A COVID-19 fez disparar a procura por moradias e apartamentos com mais uma assoalhada, o que é motivado pelas novas circunstâncias do teletrabalho e estudo em casa. “O português continua a querer mudar de casa, no confinamento muitos estão a valorizar mudarem-se para uma casa maior, ter uma varanda, mudar para os subúrbios, para o campo, inclusive alguns voltar aos centros impulsionados e animados pelas possíveis descidas de preços”, acrescenta o responsável pela área comercial do Idealista.
Desafios do sector imobiliário e potenciais oportunidadesOs novos tempos são de incerteza e colocam-nos perante novos cenários que há poucos meses apenas faziam lembrar o argumento de um filme de ficção científica. O sector do imobiliário enfrenta, mais do que nunca, novos desafios. Tal como outros sectores da sociedade necessita de se adaptar à nova realidade, mas não deve deixar escapar as oportunidades. “O comprador internacional está apenas à distância de um clique e Portugal em todos os indicadores é um país no topo das preferências para investir no período pós-COVID. O mercado português sairá reforçado deste grande desafio, os portugueses têm sabido, com enorme responsabilidade e valor, confinar-se às suas casas e manter o distanciamento social, por isso não teremos tanto impacto como outros países”, sublinha o director comercial António Marques. Para este responsável o “V de recuperação no imobiliário será mais rápido” em Portugal, realçando que no Idealista “verificam-se já tendências animadoras” com um aumento de tráfego face a 2019, inclusivamente ao nível de compradores internacionais, que representam cerca de 30% de tráfego internacional, um número que tem margem para crescimento.

Fonte: https://www.publico.pt/2020/05/05/estudiop/artigo/vender-arrendar-casa-tempos-covid19-1915029