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Vanguard investe 280 milhões em projeto imobiliário no Jamor

Vanguard investe 280 milhões em projeto imobiliário no Jamor

06/05/2020

O projeto Foz do Tejo, situado no Alto da Boa Viagem, vai ter 400 unidades residenciais, cerca de 25 moradias unifamiliares, aproximadamente 28.000 m2 de escritórios e de comércio, um hotel com 150 quartos e um apart-hotel.

O projeto Foz do Tejo, situado no Alto da Boa Viagem, vai ter 400 unidades residenciais, cerca de 25 moradias unifamiliares, aproximadamente 28.000 m2 de escritórios e de comércio, um hotel com 150 quartos e um apart-hotel.

A Vanguard Properties anunciou mais um investimento no mercado imobiliário português, desta vez na zona da Grande Lisboa, confirmando o que a empresa do milionário francês Claude tinha prometido de, "quando possível", acelerar as obras que tem em curso no país.
 
Num comunicado emitido esta quarta-feira, a Vanguard Properties refere que vai investir 280 milhões de euros no projeto Foz do Tejo, situado no Alto da Boa Viagem, no Jamor, Concelho de Oeiras.
 
Segundo a empresa, este projeto que integra o OIC (Organismo de Investimento Colectivo) com a denominação "Foz do Tejo – Fundo de Investimento Imobiliário Fechado" administrado pela Insula Capital - contará com cerca de 400 unidades residenciais, cerca de 25 moradias unifamiliares, aproximadamente 28.000 m2 de escritórios e de comércio, hotel com 150 quartos, um apart-hotel com 400 unidades e ainda um edifício de comércio e serviços.
 
O grupo que no ano passado concluiu a compra dos ativos da Herdade da Comporta, juntamente com Paula Amorim, anunciou em comunicado emitido no final de março que, apesar do atual contexto económico em resultado da pandemia, conta manter, "e quando possível" acelerar o ritmo das obras de construção.
 
A construção das infraestruturas do projeto Foz do Tejo "está prevista começar até julho e terá uma duração de 18 meses", período em que terá início a construção de alguns dos edifícios, nomeadamente, residenciais.
 
"A conclusão do projeto deverá acontecer num prazo de cinco anos, incluindo também um centro desportivo internacional e de eventos, com campos de ténis, padel, ginásio e outros desportos", refere o comunicado.
O empreendimento desenvolve-se num terreno com cerca de 30 hectares de área de implantação, situado entre o Parque Desportivo do Jamor (Oeste), Cidade do Futebol (Norte) e a marginal (sul), onde a soma das áreas verdes privativas e do domínio publico ocuparão mais de 94% da área do loteamento. A Foz do Tejo terá apartamentos de T2 a T6, com alguns em "penthouse" nos últimos pisos.
 
José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties, diz que o Foz do Tejo será "um projeto único em Portugal devido a diversos fatores," sendo "o primeiro empreendimento na região de Lisboa a oferecer uma versão híbrida de cohousing, onde, a menos de 3 minutos a pé, qualquer residente, poderá ter a sua zona de trabalho privada, com capacidade e qualidade para receber visitantes. A Vanguard Properties já acreditava neste conceito e agora, neste cenário pós pandemia, ainda mais acredita que no futuro haverá um elevado número de pessoas a trabalhar em teletrabalho entre 1 a 3 dias por semana."
Nos últimos meses a companhia anunciou o desenvolvimento de vários projetos em Portugal, como a construção de uma torre de 90 milhões em Lisboa e um condomínio de 85 milhões no Algarve.
 
A Vanguard começou a investir em Portugal em 2016, tendo sido responsável pela reabilitação do edifício Castilho 203, em Lisboa, no qual foi vendido o apartamento mais caro de sempre em Portugal, por cerca de oito milhões de euros.

A Vanguard Properties anunciou mais um investimento no mercado imobiliário português, desta vez na zona da Grande Lisboa, confirmando o que a empresa do milionário francês Claude tinha prometido de, "quando possível", acelerar as obras que tem em curso no país.
Num comunicado emitido esta quarta-feira, a Vanguard Properties refere que vai investir 280 milhões de euros no projeto Foz do Tejo, situado no Alto da Boa Viagem, no Jamor, Concelho de Oeiras.
Segundo a empresa, este projeto que integra o OIC (Organismo de Investimento Colectivo) com a denominação "Foz do Tejo – Fundo de Investimento Imobiliário Fechado" administrado pela Insula Capital - contará com cerca de 400 unidades residenciais, cerca de 25 moradias unifamiliares, aproximadamente 28.000 m2 de escritórios e de comércio, hotel com 150 quartos, um apart-hotel com 400 unidades e ainda um edifício de comércio e serviços.
O grupo que no ano passado concluiu a compra dos ativos da Herdade da Comporta, juntamente com Paula Amorim, anunciou em comunicado emitido no final de março que, apesar do atual contexto económico em resultado da pandemia, conta manter, "e quando possível" acelerar o ritmo das obras de construção.
A construção das infraestruturas do projeto Foz do Tejo "está prevista começar até julho e terá uma duração de 18 meses", período em que terá início a construção de alguns dos edifícios, nomeadamente, residenciais.
"A conclusão do projeto deverá acontecer num prazo de cinco anos, incluindo também um centro desportivo internacional e de eventos, com campos de ténis, padel, ginásio e outros desportos", refere o comunicado.
O empreendimento desenvolve-se num terreno com cerca de 30 hectares de área de implantação, situado entre o Parque Desportivo do Jamor (Oeste), Cidade do Futebol (Norte) e a marginal (sul), onde a soma das áreas verdes privativas e do domínio publico ocuparão mais de 94% da área do loteamento. A Foz do Tejo terá apartamentos de T2 a T6, com alguns em "penthouse" nos últimos pisos.
José Cardoso Botelho, Managing Director da Vanguard Properties, diz que o Foz do Tejo será "um projeto único em Portugal devido a diversos fatores," sendo "o primeiro empreendimento na região de Lisboa a oferecer uma versão híbrida de cohousing, onde, a menos de 3 minutos a pé, qualquer residente, poderá ter a sua zona de trabalho privada, com capacidade e qualidade para receber visitantes. A Vanguard Properties já acreditava neste conceito e agora, neste cenário pós pandemia, ainda mais acredita que no futuro haverá um elevado número de pessoas a trabalhar em teletrabalho entre 1 a 3 dias por semana."
Nos últimos meses a companhia anunciou o desenvolvimento de vários projetos em Portugal, como a construção de uma torre de 90 milhões em Lisboa e um condomínio de 85 milhões no Algarve.
A Vanguard começou a investir em Portugal em 2016, tendo sido responsável pela reabilitação do edifício Castilho 203, em Lisboa, no qual foi vendido o apartamento mais caro de sempre em Portugal, por cerca de oito milhões de euros.


Fonte: https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/imobiliario/detalhe/vanguard-investe-280-milhoes-em-projeto-imobiliario-no-jamor