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Wall Street Journal diz que Portugal é uma estrela na zona euro

Wall Street Journal diz que Portugal é uma estrela na zona euro

02-06-2017

Fonte: http://www.diarioimobiliario.pt/

O jornal norte-americano revela que Portugal, na periferia da Europa, emerge como uma estrela no mercado de obrigações da Zona Euro. O mercado imobiliário também é elogiado.

O desempenho da economia portuguesa leva a que o artigo do Wall Street Journal escreva que: O  rally nas obrigações da zona euro estão a revelar uma "estrela surpreendente": Portugal.
Também os juros das obrigações portuguesas a 10 anos negociaram esta terça-feira em 3,092% no mercado secundário, o valor mais baixo em oito meses e que compara com os 4,3% atingidos em fevereiro. A longo prazo, a diferença é ainda maior. No pico da crise da dívida soberana, em 2012, as yields das obrigações benchmark alcançaram os 16%.
"Os factos sugerem que já passaram pelo período de maior sofrimento", revela Steven Andrew, gestor de fundos da M&G Investments.
Apesar do clima de confiança, o Wall Street Journal afirma que Portugal continua a ser um dos links mais fracos na Europa, lembrando que apenas uma das quatro principais agências de rating mantém a avaliação da dívida pública portuguesa acima do nível de lixo. Sem essa avaliação, Portugal perderia o acesso ao programa de compra de activos do Banco Central Europeu (BCE).
Mesmo assim, a recente recomendação da Comissão Europeia que Portugal abandone o Procedimento por Défice Excessivo tem aumentado as esperanças do Governo que as agências comecem a rever em alta os ratings.
"Demorou uma década, quase uma década, para corrigir os erros da última década", afirmou ainda Carlos Moedas, comissário europeu da investigação, ciência e inovação e ex-ministro português.
Numa análise muito completa ao comportamento da economia portuguesa, o jornal norte-americano refere ainda que os preços imobiliários em cidades como Lisboa e Porto estão em ascensão. 

O desempenho da economia portuguesa leva a que o artigo do Wall Street Journal escreva que: O  rally nas obrigações da zona euro estão a revelar uma "estrela surpreendente": Portugal.

Também os juros das obrigações portuguesas a 10 anos negociaram esta terça-feira em 3,092% no mercado secundário, o valor mais baixo em oito meses e que compara com os 4,3% atingidos em fevereiro. A longo prazo, a diferença é ainda maior. No pico da crise da dívida soberana, em 2012, as yields das obrigações benchmark alcançaram os 16%.

"Os factos sugerem que já passaram pelo período de maior sofrimento", revela Steven Andrew, gestor de fundos da M&G Investments.

Apesar do clima de confiança, o Wall Street Journal afirma que Portugal continua a ser um dos links mais fracos na Europa, lembrando que apenas uma das quatro principais agências de rating mantém a avaliação da dívida pública portuguesa acima do nível de lixo. Sem essa avaliação, Portugal perderia o acesso ao programa de compra de activos do Banco Central Europeu (BCE).

Mesmo assim, a recente recomendação da Comissão Europeia que Portugal abandone o Procedimento por Défice Excessivo tem aumentado as esperanças do Governo que as agências comecem a rever em alta os ratings.

"Demorou uma década, quase uma década, para corrigir os erros da última década", afirmou ainda Carlos Moedas, comissário europeu da investigação, ciência e inovação e ex-ministro português.
Numa análise muito completa ao comportamento da economia portuguesa, o jornal norte-americano refere ainda que os preços imobiliários em cidades como Lisboa e Porto estão em ascensão.