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Turismo 4.0: Portugal a caminho de ser hub de inovação digital

Turismo 4.0: Portugal a caminho de ser hub de inovação digital

29-05-2017

Para o Ministério da Economia, este é dos setores “mais avançados na digitalização”. Centro de Inovação vai acelerar a ligação entre os vários players.

Potenciar Portugal como hub global de inovação e desenvolvimento digital no setor do turismo é o principal objetivo do Centro de Inovação do Turismo, o projeto-âncora do Programa Turismo 4.0, iniciativa conjunta do Ministério da Economia, da Secretaria de Estado do Turismo e do Turismo de Portugal.
As iniciativas identificadas para implementação do programa estão distribuídas por vários segmentos, e algumas são transversais a outros setores. A agenda já definida abrange iniciativas como o lançamento de 11 programas de aceleração ou o apoio a mais de 250 startups (sendo que em 2016, em Lisboa, já existiu este apoio para cerca de 60 startups). Está também previsto conseguir colocar a Inovação Digital na agenda das organizações internacionais do setor, nomeadamente na Organização Mundial do Turismo, na OCDE e na ETC – E European Travel Commission, tentando ainda obter apoio para eventos de dinamização da inovação e da digitalização do setor, como o “Cascais Tourism Forum”, o “Tourism Challenges” ou o “SmartFunchal”.
E desta agenda faz ainda parte a criação do Centro de Inovação do Turismo enquanto veículo de implementação do Programa Turismo 4.0.
Hub de referência mundial
Na apresentação deste Centro, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, salientou que as metas também passam por conseguir que exista “um contágio permanente entre a indústria tradicional – assim como das tecnologias, transporte aéreo, ou das indústrias de fornecimento de bens e serviços turísticos – e a inovação, com as startups. E que, ao mesmo tempo, as startups tenham a capacidade de colocar no mercado os seus produtos”.
O próprio Centro, como elucidou Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, funcionará como uma startup, com um modelo flexível em permanente colaboração com os stakeholders. Do seu funcionamento, destacam-se ainda apostas centrais como a promoção de serviços de aceleração e incubação de startups, em articulação com a rede incubadoras, bem como a identificação das tendências internacionais de inovação no turismo, apoiando a promoção internacional da inovação feita em Portugal. Os objetivos serão concretizados através da experimentação de projetos e da capacitação das empresas no domínio da inovação e da economia digital.
Entre as iniciativas previstas está a “Academia de startups e empresas na área do turismo”; o lançamento de novos produtos e tecnologias; e a promoção internacional da inovação no turismo através da participação em feiras internacionais na área das tecnologias.
Para Luís Araújo, “o turismo é uma das atividades mais digitalizadas do mundo e a inovação é fundamental para assegurar a sua sustentabilidade futura” e, nesta ótica, garante que tem, hoje, toda a sua estratégia orientada para o digital. “Desde a promoção à gestão do conhecimento, passando pela aposta na tecnologia e na inovação. A digitalização do setor é essencial ao seu crescimento e a implementação do Centro de Inovação do Turismo é o próximo passo lógico a dar”, conclui. O Centro deverá arrancar no segundo semestre deste ano.

Potenciar Portugal como hub global de inovação e desenvolvimento digital no setor do turismo é o principal objetivo do Centro de Inovação do Turismo, o projeto-âncora do Programa Turismo 4.0, iniciativa conjunta do Ministério da Economia, da Secretaria de Estado do Turismo e do Turismo de Portugal.

As iniciativas identificadas para implementação do programa estão distribuídas por vários segmentos, e algumas são transversais a outros setores. A agenda já definida abrange iniciativas como o lançamento de 11 programas de aceleração ou o apoio a mais de 250 startups (sendo que em 2016, em Lisboa, já existiu este apoio para cerca de 60 startups). Está também previsto conseguir colocar a Inovação Digital na agenda das organizações internacionais do setor, nomeadamente na Organização Mundial do Turismo, na OCDE e na ETC – E European Travel Commission, tentando ainda obter apoio para eventos de dinamização da inovação e da digitalização do setor, como o “Cascais Tourism Forum”, o “Tourism Challenges” ou o “SmartFunchal”.

E desta agenda faz ainda parte a criação do Centro de Inovação do Turismo enquanto veículo de implementação do Programa Turismo 4.0.

Hub de referência mundial

Na apresentação deste Centro, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, salientou que as metas também passam por conseguir que exista “um contágio permanente entre a indústria tradicional – assim como das tecnologias, transporte aéreo, ou das indústrias de fornecimento de bens e serviços turísticos – e a inovação, com as startups. E que, ao mesmo tempo, as startups tenham a capacidade de colocar no mercado os seus produtos”.

O próprio Centro, como elucidou Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, funcionará como uma startup, com um modelo flexível em permanente colaboração com os stakeholders. Do seu funcionamento, destacam-se ainda apostas centrais como a promoção de serviços de aceleração e incubação de startups, em articulação com a rede incubadoras, bem como a identificação das tendências internacionais de inovação no turismo, apoiando a promoção internacional da inovação feita em Portugal. Os objetivos serão concretizados através da experimentação de projetos e da capacitação das empresas no domínio da inovação e da economia digital.

Entre as iniciativas previstas está a “Academia de startups e empresas na área do turismo”; o lançamento de novos produtos e tecnologias; e a promoção internacional da inovação no turismo através da participação em feiras internacionais na área das tecnologias.

Para Luís Araújo, “o turismo é uma das atividades mais digitalizadas do mundo e a inovação é fundamental para assegurar a sua sustentabilidade futura” e, nesta ótica, garante que tem, hoje, toda a sua estratégia orientada para o digital. “Desde a promoção à gestão do conhecimento, passando pela aposta na tecnologia e na inovação. A digitalização do setor é essencial ao seu crescimento e a implementação do Centro de Inovação do Turismo é o próximo passo lógico a dar”, conclui. O Centro deverá arrancar no segundo semestre deste ano.