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Boom no turismo fez nascer 11 mil novas empresas

Boom no turismo fez nascer 11 mil novas empresas

01-03-2017

Fonte: https://www.dinheirovivo.pt

Quase um terço das empresas criadas no ano passado em Portugal são de alojamento e restauração, imobiliárias ou da indústria de construção. 

O boom do turismo ajudou a criar, só no ano passado, 11 mil novas empresas no alojamento e restauração, imobiliário e na construção, de acordo com um estudo da Informa D&B. É quase um terço das empresas constituídas em Portugal.
Os novos negócios foram empurrados pelo ritmo frenético que a indústria turística tem vivido e que culminou com mais um recorde de 19 milhões de hóspedes e 53 milhões de dormidas. “Tudo o que mexe com o turismo está a crescer”, reconhece Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP). “Tivemos dois anos muito positivos, com um crescimento conjunto de quase 50% e em janeiro deste ano criaram-se quase 300 novas empresas imobiliárias. Fevereiro vai pelo mesmo caminho”, garante. 
Os números não enganam: a atividade imobiliária fez nascer 3489 novos negócios (+29,6%), que se juntam aos 4455 novos negócios no alojamento e restauração (+3,2%) e às 2947 novas aberturas na construção (+1,6%). Ao todo, contaram-se 10 891 nascimentos relacionados com a receção de turistas, quase um terço das empresas nascidas em Portugal. 
Na verdade, o número de novas sociedades constituídas no ano passado caiu para 37 034, menos 2,4% do que em 2015. E só as atividades ligadas ao turismo, a par das indústrias extrativas (+10%), registaram maior dinamismo – em todas as outras, da agricultura à banca e seguros, passando pelos transportes e o comércio fecharam o ano com menos empresas. Mesmo assim, sinal de que a economia está finalmente a acordar, houve apenas 3256 insolvências (-23,1%) no ano passado e fecharam as portas 15 505 empresas, uma quebra de 6,8%. 
Luís Lima confirma o nascimento de “empresas de pequena dimensão, muitas familiares” e onde se contratam cada vez mais “profissionais qualificados para dar resposta a necessidades como a língua estrangeira, pelo menos o inglês”. Estes nascimentos “estão a chegar lentamente a outras zonas do país”, ainda que estejam maioritariamente concentrados em Lisboa, Porto e no Algarve. 
Uma grande parte da atividade imobiliária chega dos estrangeiros. “O turismo está a trazer os estrangeiros em Portugal, mas o país acaba por os fidelizar e, se num primeiro momento escolhem os hotéis, muitos acabam por comprar casa”. 
O mesmo está a acontecer na construção. Dados da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas mostram que a atividade na reabilitação urbana avançou 10,1% no ano passado, enquanto a carteira de encomendas está estável. 
O setor ainda não está recuperado da forte crise de 2011, mas tem ganho um novo ânimo com a requalificação das cidades e o alojamento local. O imobiliário, acrescenta Luís Lima é o seu grande impulsionador. “Na construção, infelizmente, a atividade ainda não normalizou, mas tem tido alguma recuperação à conta do imobiliário”. O presidente da APEMIP assume, no entanto, que “o financiamento da construção não é prioritário para a banca” e que por isso começam a escassear imóveis. “Precisamos de mais ativos para que os preços nas grandes cidades possam baixar”. 

O boom do turismo ajudou a criar, só no ano passado, 11 mil novas empresas no alojamento e restauração, imobiliário e na construção, de acordo com um estudo da Informa D&B. É quase um terço das empresas constituídas em Portugal.
Os novos negócios foram empurrados pelo ritmo frenético que a indústria turística tem vivido e que culminou com mais um recorde de 19 milhões de hóspedes e 53 milhões de dormidas. “Tudo o que mexe com o turismo está a crescer”, reconhece Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP). “Tivemos dois anos muito positivos, com um crescimento conjunto de quase 50% e em janeiro deste ano criaram-se quase 300 novas empresas imobiliárias. Fevereiro vai pelo mesmo caminho”, garante. 
Os números não enganam: a atividade imobiliária fez nascer 3489 novos negócios (+29,6%), que se juntam aos 4455 novos negócios no alojamento e restauração (+3,2%) e às 2947 novas aberturas na construção (+1,6%). Ao todo, contaram-se 10 891 nascimentos relacionados com a receção de turistas, quase um terço das empresas nascidas em Portugal. 
Na verdade, o número de novas sociedades constituídas no ano passado caiu para 37 034, menos 2,4% do que em 2015. E só as atividades ligadas ao turismo, a par das indústrias extrativas (+10%), registaram maior dinamismo – em todas as outras, da agricultura à banca e seguros, passando pelos transportes e o comércio fecharam o ano com menos empresas. Mesmo assim, sinal de que a economia está finalmente a acordar, houve apenas 3256 insolvências (-23,1%) no ano passado e fecharam as portas 15 505 empresas, uma quebra de 6,8%. 
Luís Lima confirma o nascimento de “empresas de pequena dimensão, muitas familiares” e onde se contratam cada vez mais “profissionais qualificados para dar resposta a necessidades como a língua estrangeira, pelo menos o inglês”. Estes nascimentos “estão a chegar lentamente a outras zonas do país”, ainda que estejam maioritariamente concentrados em Lisboa, Porto e no Algarve. 
Uma grande parte da atividade imobiliária chega dos estrangeiros. “O turismo está a trazer os estrangeiros em Portugal, mas o país acaba por os fidelizar e, se num primeiro momento escolhem os hotéis, muitos acabam por comprar casa”. 
O mesmo está a acontecer na construção. Dados da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas mostram que a atividade na reabilitação urbana avançou 10,1% no ano passado, enquanto a carteira de encomendas está estável. 
O setor ainda não está recuperado da forte crise de 2011, mas tem ganho um novo ânimo com a requalificação das cidades e o alojamento local. O imobiliário, acrescenta Luís Lima é o seu grande impulsionador. “Na construção, infelizmente, a atividade ainda não normalizou, mas tem tido alguma recuperação à conta do imobiliário”. O presidente da APEMIP assume, no entanto, que “o financiamento da construção não é prioritário para a banca” e que por isso começam a escassear imóveis. “Precisamos de mais ativos para que os preços nas grandes cidades possam baixar”.